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História e Patrono PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


Imagens da escola

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A História: dados actuais

A Escola Secundária de Esgueira foi criada pela Portaria nº 406/80 de 15 de Julho para entrar em funcionamento em 1 de Outubro de 1982. Todavia, apenas começou a funcionar no ano lectivo de 1984/85, com 14 turmas (12 do 7º ano e 2 do 8º ano), num total de 352 alunos.

No 1º ano de funcionamento, a Escola contava com 30 docentes e três funcionários. Nos anos seguintes, a Escola acompanhou a massificação do então curso unificado, chegando a ter mais de 2.000 alunos, já na década de 90.
Devido ao alargamento do parque escolar do concelho, o número de alunos diminuiu, totalizando 1.500 alunos, em 1998/99.

A construção da escola decorreu em duas fases: na primeira, foram construídos os blocos A, B, C e D. O bloco A, tal como hoje, destinava-se aos Serviços de Administração Escolar, salas da Comissão Instaladora, Sala de Professores e Biblioteca. Os restantes blocos destinavam-se a salas de aula, laboratórios e oficinas.
O Pavilhão Gimnodesportivo veio a ser construído apenas em 1995. Em 1997/98, foi construído o Polivalente, espaço destinado às amis diversas actividades lúdicas, recreativas e culturais.

Nos anos lectivos de 1997/98 e 1998/99, a Escola enriqueceu o seu património arquitectónico ao ver aprovados os seus projectos de humanização e valorização estética dos espaços escolares, que permitiram colocar nas fachadas dos blocos painéis de azulejaria, todos eles com um simbolismo adequado ao bloco que os exibe.
Também desde 1996/97 que os espaços verdes envolventes foram arranjados e aquele que nos anos de sobrelotação albergou os pavilhões pré-fabricados, conta, desde 1997/98 com um relvado, graças à colaboração da Câmara Municipal de Aveiro.

Quanto à gestão, a escola começou por ter uma Comissão Instaladora, seguida de vários Conselhos Directivos.
Na busca da sua identidade, em 1990 a Escola adoptou como patrono Jaime Magalhães Lima.

Tal como outras organizações, as Escolas evoluem em conjunto com as sociedades pois são parte de um todo que se transforma, e vão reflectindo o ambiente envolvente, a ele se adaptando com mais ou menos rapidez.
Neste período de seis anos, correspondente ao início de século XXI, muita coisa mudou em Portugal, na Europa e no Mundo. A globalização acentuou-se e os desafios sociais, políticos, científicos e tecnológicos mundiais tornaram-se mais prementes; a Europa pondera o seu papel no Mundo e assiste à ascensão de novas potências económicas e políticas; depois de um período de alguma euforia ligada à adesão à União Europeia, o nosso país (re)descobre as suas fragilidades e tenta ultrapassá-las.

Quando a nossa Escola festejou os seus 15 anos, Portugal estava na presidência da União Europeia (que preparava então o seu quinto alargamento) e definia-se a "Estratégia de Lisboa", na qual se chama a atenção para a urgência de qualificação dos europeus, nomeadamente no que toca às necessidades de preparação para a "Sociedade da Informação e do Conhecimento" e de desenvolvimento da "Cidadania Activa".

Foi reflectindo esta envolvente que, durante estes seis últimos anos, a estratégia da Escola se norteou por quatro objectivos definidos como prioritários, os quais se foram constituindo em outros tantos pilares da nossa prática.

Hoje, reconhecemo-los como traços identificadores da nossa especificidade, acreditando serem importantes contributos para a formação integral dos nossos alunos.

1. Flexibilização crescente na oferta formativa.
2. Reforço constante na qualidade das aprendizagens.
3. Aperfeiçoamento anual nos critérios, métodos e técnicas de avaliação, com vista à total transparência.
4. Dinamização entusiasta de projectos potenciadores de experiências de Cidadania Activa.


In, Projecto Educativo 2006-09, págs. 11-12.